“Nossa fé é em Jesus, e não nos líderes religiosos”
Andressa Oliveira
Militante antirracista do Movimento Negro Evangélico do Rio de Janeiro e estudante de Teologia
12 de março de 2026
violência sexual contra mulheres indígenas
idade
-18
+18
menores
de 14 anos
14 – 18
50%
29%
19%
79% dos registros são de vítimas menores de 18 anos
Os dados não formam 100% em função dos casos não preenchidos
fonte SINAN - Dados de 2014 a 2023
violência sexual contra mulheres indígenas
idade
-18
+18
menores
de 14 anos
14 – 18
50%
29%
19%
79% dos registros são de vítimas menores de 18 anos
Os dados não formam 100% em função dos casos não preenchidos
fonte SINAN - Dados de 2014 a 2023
violência sexual contra mulheres indígenas
idade
-18
+18
menores
de 14 anos
14 – 18
50%
29%
19%
79% dos registros são de vítimas menores de 18 anos
Os dados não formam 100% em função dos casos não preenchidos
fonte SINAN - Dados de 2014 a 2023
Andressa Oliveira
Militante antirracista do Movimento Negro Evangélico do Rio de Janeiro e estudante de Teologia
Rosane Borges
Doutora em Ciências da Comunicação com pós-doutorado na área pela USP
Gabriela Couto
doutora em Ciência do Sistema Terrestre pelo INPE
O Radar Antigênero é uma ferramenta inédita de monitoramento do discurso antigênero no Brasil. A plataforma utiliza inteligência artificial para acompanhar e analisar conteúdos publicados no YouTube, identificando as narrativas, estratégias e atores que alimentam esse fenômeno.
O Mapa Nacional da Violência de Gênero é a plataforma interativa de dados públicos oficiais sobre violência contra as mulheres. O painel reúne as bases do Senado Federal, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Conselho Nacional de Justiça e do Sistema Único de Saúde.
Pesquisa em parceria com a UFRJ para investigar e divulgar resultados da pesquisa sobre disparidades de gênero, distribuição de tarefas domésticas e sua interseção com o trabalho no contexto pós-covid.
É uma narrativa visual guiada por dados que combina fotografia, vídeo, texto e gráficos que desmistificam os estereótipos da escassez de alimentos e da pobreza da cultura alimentar no Brasil e coloca o maior grupo demográfico do Brasil no centro do debate sobre o acesso à comida de verdade.
O videocast Substantivo Feminino debate diferentes formas de violência de gênero e políticas públicas para combater as desigualdades que ainda afastam mulheres da política e as sobrecarregam com trabalho não remunerado.
A série de vídeos, realizada com apoio de Futuro do Cuidado, reúne tudo que você quer saber sobre aborto com medicamentos e não tem para quem perguntar.
Aqui você encontra casos de racismo que marcaram pessoas negras e o impacto em suas vidas. Filtre por categorias, explore os relatos e compartilhe sua experiência.
Em parceria com a organização Repórteres sem Fronteiras, a pesquisa teve como objetivo contribuir na compreensão sobre como desinformação e violência de gênero estão imbricadas no atual momento político.
Em parceria com o Instituto Avon, foi realizado um levantamento inédito de dados do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre tratamento e diagnóstico de câncer de mama desde o início da pandemia.
O Open Box da Ciência é uma cartografia que revela rostos e pesquisas de mulheres cientistas. Para esse universo de 250 mulheres que fazem parte desta cartografia, a Gênero e Número realizou levantamento de dados e análise das informações contidas na base compilada pela nossa equipe a partir da plataforma Lattes.
O projeto é a convergência de jornalismo de dados, de pesquisa aplicada e da produção teórica acadêmica. Nesta plataforma, você encontra reportagens, visualizações interativas e imagens que contextualizam o Brasil de 2019 levando em consideração as conexões entre mídia, igreja e política nos últimos 30 anos no país.
Essa pesquisa, realizada por Gênero e Número e SOF Sempreviva Organização Feminista, teve o objetivo de conhecer as dimensões do trabalho e da vida das mulheres durante a pandemia.
A pesquisa Violência contra LGBTs+ nos contextos eleitoral e pós-eleitoral prioriza métodos quantitativos com a finalidade de compreender diferentes dimensões da percepção de incidência ou ameaça de violência(s) contra pessoas LGBT+. O estudo responde a dois eixos: Violência(s) contra LGBTs+ no período eleitoral e Violência(s) contra LGBTs+ nas redes sociais.
Se a acentuada violência contra mulheres e pessoas LGBT+ no Brasil é problema amplamente conhecido, os dados por trás do fenômeno costumam ser acessíveis a poucos. A plataforma possibilita a aproximação da população de números e informações que ajudem a aprofundar a percepção sobre esse cenário.