O que fazemos


A Gênero e Número existe para dar para visibilidade a dados e a evidências relevantes para o debate sobre equidade de gênero por meio de diferentes produtos que têm em comum o conteúdo de qualidade.

A produção jornalística que preza pelos fatos e dados abertos é nosso carro-chefe. Mas como startup e organização de mídia independente que valoriza a inovação nas práticas e na forma de se relacionar com as audiências, abraçamos com entusiasmo plataformas online e presenciais e formatos diversos para expandir debates e narrativas.

A Gênero e Número é apartidária, propõe-se a aprofundar temas principalmente relacionados a uma agenda de direitos a partir de dados e de vozes legítimas e comprometidas com o diálogo amplo que a democracia pressupõe. Acreditamos que nosso trabalho é extremamente relevante num país onde a qualidade do debate sobre gênero precisa melhorar, onde diversos dados importantes ainda não têm a visibilidade e discursos radicalizados têm se sobreposto à informação verificada e de qualidade. É comum que se confunda esse jornalismo de nicho com ativismo, mas a nossa missão é produzir jornalismo plural e preciso.

Diversidade e transparência são valores que regem o nosso trabalho. E nossa independência editorial é inegociável.


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GN EDITORIAL

A área editorial da Gênero e Número concentra a produção de conteúdos jornalísticos independentes e de publicações impressas e online desenvolvidas a partir de parcerias.
A Gênero e Número não desenvolve conteúdo editorial sob demanda, mas está aberta a parcerias com organizações de pesquisa, institutos e think and do tanks que produzam ou que compilem dados e tenham interesse em compartilhá-los com a sociedade de forma ampla.

GN DADOS

A área aprofunda o trabalho com bases de dados construídas ou abertas pela equipe para que se possa extrair o máximo de análise e de informação relevante sobre temas diversos. Essa análise é orientada para a nossa produção de conteúdo editorial de acesso gratuito, mas também para a produção de conteúdos restritos a assinantes, e segmentados para tratar periodicamente de temas pertinentes à agenda de desenvolvimento e de direitos. A produção de pesquisas e de publicações com rigor acadêmico também ocupa lugar de destaque na área de Dados da GN.

GN CURSOS E EVENTOS

Nessa área, a Gênero e Número concentra os eventos e cursos presenciais, feitos com parceiros editoriais e/ou com apoiadores que valorizam as temáticas que destacamos na nossa produção editorial. A Gênero e Número acredita na convergência de diferentes atores, e até setores, e busca debates e diálogos que extrapolem as bolhas sociais.

Maria Lutterbach

Diretora

Interessada no encontro entre palavra e imagem, atua na produção audiovisual e edição de publicações impressas e online. Graduada em Jornalismo pela PUC-Minas e pós-graduada em Edição pela Universidad Autónoma de Barcelona, nos últimos treze anos colaborou para jornais, revistas e sites na reportagem, edição e coordenação, além de ter liderado projetos de comunicação estratégica para empresas e organizações, no Brasil e no Chile. Desde 2012, possui seu próprio estúdio de criação audiovisual e impressa, onde experimenta linguagens em peças autorais ou criadas sob encomenda. Em 2016 fundou a Gênero e Número, a primeira iniciativa de jornalismo de dados com foco em gênero da América Latina.

Giulliana Bianconi

Diretora

Desde que descobriu o trabalho em rede, não quis saber de outra vida, e trocou as redações tradicionais e agências de conteúdo pela possibilidade de fortalecer narrativas independentes, seja como colaboradora em projetos ou como empreendedora. Não acredita na possibilidade de uma mídia totalmente imparcial, e nem acha que é disso que o mundo precisa. É jornalista formada pela UFPE, pós-graduada em Política e Relações Internacionais, especializou-se em comunicação digital e sempre fica em dúvida se prefere planejar ou escrever. Em 2016 fundou a Gênero e Número, a primeira iniciativa de jornalismo de dados com foco em gênero da América Latina.

Carolina de Assis

Editora

Feminista desde antes de saber que existia um nome pra isso. É graduada em Comunicação Social – Rádio e TV / Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ e mestra em Estudos das Mulheres e de Gênero pelo programa GEMMA – Università di Bologna (Itália) / Universiteit Utrecht (Holanda). Nascida e criada no interior de Minas Gerais e formada por livros de todos os cantos do mundo, vive o dilema posto por Drummond no poema que explica sua vida (a dele e a dela): "no elevador penso na roça, na roça penso no elevador". Acredita nas palavras, nas trocas, nos abraços e, acima de tudo, nas mulheres.

José Lery

Analista de dados

Engenheiro eletrônico e de computação, formado pela UFRJ. Atualmente, tem se jogado no universo dos dados, especialmente business intelligence.Nos últimos 10 anos, passou pelos setores de finanças, telecom e consultoria, onde teve oportunidade de trabalhar com desenvolvimento de software , gestão de projetos, inteligência tecnológica, modelagem financeira, eficiência energética e gestão de pessoas. Também adora cinema, corrida e cultivar plantas.

Vitória Régia da Silva

Estagiária

Estudante de Jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, seus interesses em comunicação sempre envolveram recortes de gênero, raça, classe e sexualidade. Tem como principal paixão o jornalismo e as narrativas independentes. Atualmente é uma das editoras da Capitolina, uma revista online e independente feminista voltada a adolescentes.

Mariana Bastos

Colaboradora

Louca por esportes desde os oito anos, quando viu sua primeira Olimpíada pela TV: Seul-1988. Trabalhou nos últimos 13 anos como jornalista esportiva, com passagens por Lance!, UOL e Folha de S. Paulo. Cobriu a Olimpíada de Londres-2012, os Jogos Olímpicos da Juventude de Cingapura-2010, além de Mundiais de vôlei, basquete e esportes aquáticos. Formada em jornalismo pela USP, fez um mestrado em Barcelona em documentário criativo, onde produziu o curta-metragem OUT! sobre tênis.

Álvaro Justen

Colaborador

Conhecido como Turicas, é usuário, ativista e colaborador de projetos de software livre há mais de 9 anos, pythonista e disseminador do Arduino e de diversas iniciativas colaborativas. Atualmente ministra cursos sobre Arduino e Python por todo o Brasil, palestra em eventos de tecnologia, desenvolve software em Python e projetos usando Arduino.
Onde estamos

A sede da Gênero e Número está no Rio de Janeiro, mas nossa equipe é conectada e atenta ao contexto do Brasil e de toda América Latina. Conta, inclusive, com colaborações constantes de jornalistas, programadores/as e designers vivendo em outras regiões.

A Gênero e Número é uma organização comprometida com o fortalecimento da democracia por meio da produção jornalística de qualidade e independente. Nossa operação é custeada por um mix de receitas que inclui doações filantrópicas e a monetização de produtos – lembrando que constantemente produzimos conteúdo aberto e acessível a qualquer pessoa com acesso à internet.

Para saber mais sobre como as doações serão utilizadas e nossa política de transparência, clique aqui. E para doar, clique no botão abaixo:

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