Somos

Gênero e Número – Narrativas pela equidade chega à web para aprofundar o debate de gênero. Iniciativa independente de jornalismo, propõe-se a levantar, tratar e expor dados e evidências em conteúdos de múltiplos formatos – com reportagens em texto e em vídeo, visualizações de dados interativas, ou mesmo apresentando os bancos de dados construídos ou analisados ao longo das apurações. Transparência é um valor inegociável no nosso trabalho.

A informação de qualidade, verdadeira, checada e contextualizada continua sendo uma contribuição valiosa do jornalismo aos debates que pautam a sociedade e às lutas travadas nas ruas e nas redes. Se a forma de produzir e acessar informação mudou, a importância de se ter ao alcance dados e histórias que retratem a realidade com precisão só aumentou.

Entre as questões que ganharam o centro dos debates e entraram no radar da mídia de uma vez por todas estão os temas relacionados a gênero e aos direitos das mulheres e transexuais. Mas as narrativas com recortes de gênero que saltam nas timelines, canais e veículos impressos raramente sobrevivem além do tempo de repercussão próprio de cada mídia. Quando as histórias se vão, restam poucos dados para ilustrar outros tantos casos cotidianos que poderiam revelar mais sobre a ainda persistente assimetria entre gêneros.

Enquanto a equidade de gênero ainda for uma pauta a ser fortalecida, Gênero e Número pretende contribuir com produção jornalística e também com a articulação de rede entre sociedade civil, governo e ativistas. No Brasil, como em toda a América Latina, sabe-se que só é possível avançar se houver uma atenção genuína aos diversos tipos de violações enfrentadas por mulheres e transexuais de diferentes raças e classes sociais.

Uma iniciativa de jornalismo de dados voltada ao campo de gênero


Equipe

maria

Maria Lutterbach

Diretora de Conteúdo e Articulação

Interessada no encontro entre palavra e imagem, atua na produção audiovisual e edição de publicações impressas e online. Graduada em Jornalismo pela PUC-Minas e pós-graduada em Edição pela Universidad Autónoma de Barcelona, nos últimos treze anos colaborou para jornais, revistas e sites na reportagem, edição e coordenação, além de ter liderado projetos de comunicação estratégica para empresas e organizações, no Brasil e no Chile. Desde 2012, possui seu próprio estúdio de criação audiovisual e impressa, onde experimenta linguagens em peças autorais ou criadas sob encomenda. Em 2016 fundou a Gênero e Número, a primeira iniciativa de jornalismo de dados com foco em gênero da América Latina.
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Giulliana Bianconi

Diretora de Conteúdo e Planejamento

Desde que descobriu o trabalho em rede, não quis saber de outra vida, e trocou as redações tradicionais e agências de conteúdo pela possibilidade de fortalecer narrativas independentes, seja como colaboradora em projetos ou como empreendedora. Não acredita na possibilidade de uma mídia totalmente imparcial, e nem acha que é disso que o mundo precisa. É jornalista formada pela UFPE, pós-graduada em Política e Relações Internacionais, especializou-se em comunicação digital e sempre fica em dúvida se prefere planejar ou escrever. Em 2016 fundou a Gênero e Número, a primeira iniciativa de jornalismo de dados com foco em gênero da América Latina.
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Natalia Mazotte

Diretora de Conteúdo e Dados

Curiosa por investigar números e a realidade por trás deles, se especializou em jornalismo de dados e hoje coordena a Escola de Dados no Brasil. Já trabalhou nas Organizações Globo, no Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas, no Knight Center, e escreve para publicações internacionais como SGI News e Nieman Lab. Formou-se em Direito na UFF, fez graduação e mestrado em Comunicação na UFRJ e pós-graduação em estratégia digital na Pompeu Fabra (Espanha). Em 2016 fundou a Gênero e Número, a primeira iniciativa de jornalismo de dados com foco em gênero da América Latina.
isis

Isis Reis

Assistente editorial

Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), trabalhou na comunicação do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), produzindo conteúdo digital, traduções e visualizações de dados para diversos projetos da instituição. Passou também pela Open Knowledge Brasil, lidando com curadoria de conteúdo e mídias digitais. Atualmente, gerencia a comunicação da Escola de Dados Brasil.
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Vitória Régia da Silva

Estagiária

Estudante de Jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, seus interesses em comunicação sempre envolveram recortes de gênero, raça, classe e sexualidade. Tem como principal paixão o jornalismo e as narrativas independentes. Atualmente é uma das editoras da Capitolina, uma revista online e independente feminista voltada a adolescentes.
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Álvaro Justen

Programador

Conhecido como Turicas, é usuário, ativista e colaborador de projetos de software livre há mais de 9 anos, pythonista e disseminador do Arduino e de diversas iniciativas colaborativas. Atualmente ministra cursos sobre Arduino e Python por todo o Brasil, palestra em eventos de tecnologia, desenvolve software em Python e projetos usando Arduino.
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Mariana Bastos

Colaboradora

Louca por esportes desde os oito anos, quando viu sua primeira Olimpíada pela TV: Seul-1988. Trabalhou nos últimos 13 anos como jornalista esportiva, com passagens por Lance!, UOL e Folha de S. Paulo. Cobriu a Olimpíada de Londres-2012, os Jogos Olímpicos da Juventude de Cingapura-2010, além de Mundiais de vôlei, basquete e esportes aquáticos. Formada em jornalismo pela USP, fez um mestrado em Barcelona em documentário criativo, onde produziu o curta-metragem OUT! sobre tênis.

Dados Abertos

O jornalismo de dados tem se tornado cada vez mais mainstream. Em breve, de tão mainstream, voltará a ser só jornalismo. Números, gráficos, mapas e estatísticas na raiz das histórias. O que ainda não é tão recorrente é abrir os dados por trás das narrativas.
Liberar os dados permite que outros atores os chequem e cruzem, alcançando novos insights. É também uma forma de esgarçar os limites da transparência jornalística e remeter o leitor direto à fonte da história. No Gênero e Número, dados abertos são um valor e uma prática, e todos os dados levantados em nossos conteúdos estarão disponíveis para o leitor.
Ainda são poucas as iniciativas que se propõem a explorar, sob o viés do jornalismo, o debate de gênero no Brasil e na América Latina, e nenhuma apresenta um enfoque a partir de dados e narrativas visuais. Gênero e Número vê nessa lacuna uma oportunidade para evidenciar, com a informação como matéria-prima, as inequidades e seus mecanismos de reprodução.

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